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Por que eu coloquei a IA dentro da empresa, e não na nuvem

Todo mundo levou a IA para a nuvem. Eu fui para o outro lado, porque quem mais precisa de IA tem medo de mandar o dado para fora.

Por que eu coloquei a IA dentro da empresa, e não na nuvem

A ideia do Broco nasceu de uma teimosia minha. Todo mundo estava jogando IA na nuvem, e eu fui para o outro lado.

Por quê? Porque as empresas que mais precisam de IA têm um medo legítimo: mandar o dado para fora. Dado de operação é estratégico. Você mandaria o seu?

Aqui eu te conto o caminho que escolhi e o que aprendi com ele.

O caminho mais difícil

Decidi fazer a IA rodar dentro da empresa, on-prem e no edge, com modelo local. Ela automatiza processo e conversa com ERP, CRM e sensores sem o dado sair dali.

Deu mais trabalho. E foi daí que saiu o Broco.

O que existe hoje

O BrocoEngine é o motor agêntico. Tem 27 skills nativas e orquestra modelos, ferramentas e memória com LLM local.

O BrocoBot é o chatbot de atendimento e vendas. É ele quem responde no nosso site.

O Broco PC I é o hardware brasileiro para rodar tudo isso dentro da empresa. E o brocoAds monta a estrutura de marketing inteira e entrega resultado, sem funcionar como agência, já com clientes reais.

Paranoia minha?

Não acho. Pesquisas mostram que uma fatia do que os funcionários colam em IA pública é dado confidencial.

E a regulação aperta. O EU AI Act já traz obrigações para sistemas de alto risco a partir de 2026. A Deloitte também registra a corrida das empresas para IA on-prem e agêntica.

Quem leva o dado a sério está trazendo a IA para dentro de casa.

O que eu aprendi

Tecnologia difícil não é o gargalo. O gargalo é confiança.

Você não vende o modelo. Vende a tranquilidade de que o dado não vazou e de que o número subiu.

E você, deixaria o dado da sua operação sair de casa para ter IA?

Fontes

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